terça-feira, 9 de agosto de 2011

Segundo dia da Semana da Família 2011



Aconteceu neste segundo dia, na Capela de Mãe Rainha, Bairro Pêgas, mais um dia de reflexão sobre os modelos de família que sociedde nos apresenta, com o tema: OS DESIGNIOS DE DEUS SOBRE O MATRIMONIO E A FAMÍLIA, com o Pe. Francinaldo, nosso Vigário Administrador.









domingo, 7 de agosto de 2011

CONFIRAM A ABERTURA DA SEMANA DA FAMÍLIA
TEMA: FAMILIA, PESSOA E SOCIEDADE.
Primeiro dia:
Momento de Oração, café partilhado, carreata e missa solene.
Grande público se fez presente na abertura da Semana da Família 2011. Quem assistiu a Missa Solene com certeza não se arrependeu, pois recebeu de presente uma verdadeira mensagem divina proferida pelo Padre Augusto onde explanou com brilhantismo o conceito de uma família cristã.

Participem conosco do Segundia da Semana da Família que acontecerá no Bairro Pêgas, na Capela de Mãe Rainha, às 19:30hs.

Participem!
Levem a sua família e recebam grandes bênçãos!

Confiram as fotos no Blog: PastoralfamiliardeUpanema.blogspot.com

quarta-feira, 27 de julho de 2011

VEM AÍ MAIS UMA SEMANA DA FAMÍLIA!

Paróquia de Nossa Senhora da Conceição – Upanema/ RN

TEMA: Família, pessoa e sociedade/ De 07 a 14 de agosto.

C O N V I T E

Caríssimos irmãos e irmãs, é com muita satisfação que a Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, na organização da Pastoral Familiar e em parceria com nossas demais pastorais, grupos e movimentos, vem por meio deste, lhes convidar para participar de mais uma SEMANA DA FAMÍLIA, como pessoa integrante desta comunidade católica, que acontecerá de 07 a 14 de agosto em nossa Paróquia.


Sua presença e colaboração são indispensáveis para abrilhantar o evento e animar as famílias de nossa cidade, vivenciando assim o amor de Deus em seus lares.

Participem!

PROGRAMAÇÃO
Domingo (07/08)
06:00h – Mom. de Oração e café partilhado
18:00h – Carreata pelas ruas com saída da Cap. de Mãe Rainha e Bênção dos carros
19:00h – Missa
Tema: Homem e mulher Deus os criou.
Celebrante – Pe. Augusto

Segunda-Feira (08/08)
19:00h – Celebração no Setor Oeste
Local – Capela de Mãe Rainha
Tema: Os desígnios de Deus sobre o matrimônio e a família.
Celebrante Pe. Crisanto

Terça-Feira (09/08)
19:00h – Celebração no setor Sul
Local – Praça em frente ao teatro
Tema: Os frutos da família e a comunidade
Celebrante – Pe. Tarcísio Pereira de Paiva

Quarta-Feira (10/08)
19:00h – Celebração no Setor Norte
Local – Praça Luis Candido Bezerra
Tema: As pessoas refletem na sociedade o que vivenciam dentro da família.
Celebrante – Pe. Francinaldo

Quinta-Feira (11/08)
19:00h – Encontro com as Famílias
Local – Sítio Pereiros
Organização – Pastoral Familiar

Sexta-Feira (12/08)
19:00h – Encontro com as Famílias
Local – PA Esperança
Organização – Pastoral Familiar
19:00h – Encontro com Noivos
Local – Igreja Matriz
Palestrante – Pe. Francinaldo

Sábado – (13/08)
08:00h – Encontro com as crianças
Local – Salão Paroquial
09:00h – Encontro com a juventude
Local – Câmara Municipal
18:00h – Casamento comunitário

Domingo – (14/08)
(MANHÃ)
08:00h – Encontro com as Famílias
Palestrante – Coordenação diocesana
Tema – Família geradora de uma sociedade nova.
Local: Igreja Matriz
10:30h – Lanche
10:50h – Animação da Banda Deus Conosco
12:00h – Almoço

(TARDE)
14:00h – Palestra para: casais e jovens
Palestrante – Ricardo Alexandre
Tema – Família como rede de solidariedade
16:00h – Lanche
17:00 – Missa campal dedicada aos PAIS
Celebrante – Pe. Francinaldo

quarta-feira, 29 de junho de 2011

TRISTEZA

Hoje, fazendo uma leitura pelo Blog do colega Professor Silva Junior, me deparei com este comentário, que muito me entristeceu:

FALA DO PROFESSOR ALDEMIR: Como uma simples pergunta faz tanto efeito? Agora entendi porque os cachorros se apegam tantos aos ossos.
Não vou entrar na discursão, pois entendo que os católicos estão longe de serem cristãos, precisando, portanto se converterem, só então debateremos, juntos, a teologia de Deus.


Nota do Upanema News: me recusei até o momento em entrar na discussão por vários motivos, mas não poderia me omitir depois de ler esse comentário de Aldemir. Enfim, só tenho a dizer que se ele vai pro "céu" eu me recuso terminantemente a querer ir para o mesmo ambiente de alguém que pensa assim.

OPINIÃO DESTE HUMILDE BLOG: Fico muito triste em ler mensagens como esta, onde tem a única finalidade de ofender as pessoas, levando em conta o desrespeito a toda uma comunidade, ao absolutismo, como diz nosso Padre Francinaldo, levando em consideração somente o seu EU. E questiono:

Que tipo de Deus uma pessoa como essa tem pregado e levado aos outros durante tantas anos?
Que Evangelização é essa?
Agora somos cachorros?
Não somos cristãos? Porque?
Que Doutrina é essa minha gente? Essa opinião é de toda a igreja?
Que amor é esse onde pessoas como essas conhecem, divulgam, propagam pelas ruas, pelos meios de comunicação de nossa cidade?
É preciso rezar por essas pessoas, muitos terços, pedir a Nossa Senhora que jogue o manto sobre cada um deles e intercedam por ele SIM.
É preciso que a família desse cidadão se preocupe mais com ele, necessita de cuidados mesmo.
Que mal, nós, humildes e pequenos católicos temos ou fazemos? Porque existimos? Daqui uns dias seremos proibidos de andar pelas ruas de Upanema, irão criar uma senha: CATÓLICO? NÃO PODEM TRANSITAR!
Deixem-nos com nossos santos, nossas evangelizações e sigam evangelizando sem ofender ninguém, fazendo o que Deus manda, porque isso não é evangelização, nosso Deus, com certeza, não gosta disso.

Queremos ser grandes somente no Reino de Deus! Não entenderam isso ainda?
Andamos com nossos santos nas ruas, sem vergonha, nem medo, estamos galgando para chegarmos aos céus, como eles chegaram. E isso não é idolatria, é respito, anos e anos de história. Deixem de querer viver em função de nossa doutrina, isto não está correto.
Somos católicos, batizados e cristãos , SIM SENHOR!
Não somos cachorros, mesmo porque até os cachorros foram criados por Deus e merecem cuidados e respeito, mas, são seres irracionais e isso é uma falta de respeito para com as pessoas.
Para vivermos em comunidade devemos respeitar algumas regrinhas as quais chamamos respitosamente de leis. E temos o direito de professarmos nossa fé. Quem quiser ser Evangélico, seja!, macumbeiro, seja!, ateu, seja! católico, seja! cada um no seu quadrado, não avançando nos espaços dos outros. Se fizermos isto estaremos ferindo a constituição federal e isso é crime, ferido o projeto de Deus e isso é pecado. Vc pode opinar, mas, não ofender. Se não sabe interagir com o outro, não o faça.

Aproveitando a oportunidade, quero tb dizer, que deixem Nossa Senhora de mão, quem a escolheu foi Deus, não fomos nós. O que fazemos é somente o que está em Lc 1, 48 " ... dorante todas as gerações me felicitarão". E somos conscientes que Ela não tem mais poder que Deus, pq não somos ignorantes como pensam, mas, foi escolhida pelo Altíssimo e merece consideração, é mãe de nossa igreja e nossa, segundo a nossa doutrina e ninguém tem o direito de questionar isso, quem não concorda muda de Igreja, porque nossa Senhora é nosso patrimônio, pilar de nossa Igreja, fundada no tempo de Jesus, onde afirma:"Pedro sobre esta pedra edificarei a minha igreja", Mt 16:18, e nós o consideramos o primeiro Papa da Igreja católica.

REFLITAM!!!
Caros amigos e amigas,


Desde que iniciamos nossa campanha em defesa da Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, recebemos muito apoio, milhares de assinaturas ao nosso manifesto e, claro, algumas oposições।No entanto, esta comunicação chega a todos os educadores brasileiros, em especial aos professores do Atendimento Educacional Especializado (AEE), com o intuito de divulgar o seguinte:***1) Nosso trabalho e nossa luta estão totalmente baseados na Constituição Federal Brasileira e na Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência। Por isso, para fortalecermos essa luta, reafirmamos nosso movimento। Pedimos que todas as pessoas que tenham consciência do trabalho sério que tem sido feito até aqui se mobilizem para que o país todo saiba o que é inclusão, o que os professores do AEE fazem e a importância desse trabalho। Para isso, nosso manifesto online está no ar e não tem data para sair! Já atingimos a meta inicial de 10 mil assinaturas। A nova meta agora é 15 mil। Vamos em frente! Assine, divulgue:


http://www.peticaopublica.com.br/?pi=INCLUSAO***2) Além do manifesto on-line, recebemos, por e-mail, muitas assinaturas a mão! Só para se ter ideia, de Parintins (AM) vieram 2.372 assinaturas de uma vez, tudo digitado ou escaneado. O pessoal coletou assinaturas nas escolas, com pais e mães de crianças atendidas pelo AEE. Se você quiser enviar assinaturas em papel, basta escanear as páginas e enviá-las ao e-mail de Meire Cavalcante (mecavalcante@gmail.com). Vamos fazer uma supermobilização durante esta e a próxima semana. Coletem assinaturas! Precisamos mostrar o trabalho feito pelos profissionais do AEE, que tem sido alvo de críticas por puro desconhecimento.***3) Lançamos oficialmente o site www.inclusaoja.com.br. Nele, é possível:a) assinar o manifesto online.b) enviar assinaturas de pessoas que não têm e-mail (bastando colocar nome completo, CPF e cidade/estado).c) contar casos de inclusão de alunos, professores, familiares e redes de ensino. VAMOS, PESSOAL, MOSTRAR O QUE É O AEE e o que os PROFESSORES QUE ATUAM NA INCLUSÃO FAZEM!d) acessar legislação, textos, documentos, publicações, vídeos.Participem! E não se esqueçam de twitar e compartilhar as páginas do site no seu Facebook!***4) Assistam ao vídeo do administrador e professor Hanz Frank. Ele é surdo e deu, de forma espontânea, um depoimento sobre sua história e sobre o que ele defende quando o assunto é a escolarização de alunos surdos em escolas comuns. O vídeo também esclarece o ponto de vista daqueles que, como a professora Maria Teresa Mantoan, defendem a educação especial na perspectiva da educação inclusiva. Divulguem!Clique aqui para assistir ao vídeo do Hans.***5) Informamos que a Ampid (Associação Nacional do Ministério Público de Defesa da Pessoa com Deficiência e Idoso) lançou uma nota de apoio à política nacional de Educação Inclusiva. Vamos divulgá-la também!Acesse aqui o conteúdo desta nota.***Por fim, vamos nos mobilizar! Assim, teremos como exigir respeito ao trabalho de milhares de professores e gestores que atuam para a inclusão acontecer e teremos como garantir que se cumpra a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e, portanto, nossa própria Constituição Federal.Para fins de registro, o conteúdo original desta carta estará disponível no site Inclusão Já, no link a seguir:http://inclusaoja.com.br/2011/06/27/vamos-fortalecer-a-inclusao-no-nosso-pais/


Um abraço

Equipe do Inclusão Já!

Claudia ग्राबोईस

Maria Teresa Eglér मंतोँ

Meire Cavalcante

quarta-feira, 22 de junho de 2011

II ARRAIÁ DA JUVENTUDE CATÓLICA

VENHAM E PARTICIPEM!

NESTE DIA 26.06.11, AO LADO DO SALÃO PAROQUIAL, ACONTECERÁ O II ARRAIÁ DA JUVENTUDE CAMINHANDO COM CRISTO DA IGREJA CATÓLICA DE UPANEMA, APÓS A MISSA.

E VIVA SÃO JOÃO!
VIVA!!! 

terça-feira, 21 de junho de 2011

Participem do II Arraiá da Juventude Caminhando com Cristo, neste dia 26/ 06, a´pós a Missa. Teremos Barraca e comidas típicas, como tb muitas brincadeiras. Venham conferir!
VIVA SANTO ANTONIO! SÃO JOÃO E SÃO PEDRO!

ARRAIÁ DA JUVENTUDE!

Convidamos a todos para participarem o II ARRAIÁ DA JUVENTUDE: CAMINHANDO COM CRISTO. Acontecerá neste domindo, dia 26. 06. 11, ao lado do salão paroquial, após a Missa.
VENHAM TODOS CONFERIR!
VIVA SANTO ANTONIO!
VIVA SÃO JOÃO!
VIVA SÃO PEDRO!

terça-feira, 14 de junho de 2011

Pe. Luiz Antonio Bento, assessor da Comissão Nacional da Pastoral Familiar, um texto de divulgação sobre a Semana Nacional da Família e sobre o subsídio Hora da Família 2011.

Caríssimos/as

Saúde e Paz!

A Semana Nacional da Família, evento anual que faz parte do calendário de, praticamente, todas as paróquias do Brasil, é hoje uma realidade. Com início em 1992 como resposta à inquietação, ao descontentamento e desejo de se fazer alguma coisa em defesa e promoção da família, cujos valores vêm sendo agredidos sistematicamente em nossa sociedade. Escolheu-se, para isso, a semana seguinte ao dia dos pais, no mês de agosto, por ser o mês vocacional, este ano será de 14 de 20 de agosto.

A Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB e a Comissão Nacional da Pastoral Familiar lançaram o subsídio “Hora da Família”, cujo tema deste ano é: “Família, Pessoa e Sociedade”. A obra, que já está em sua 15ª edição com uma tiragem de 210.000 (duzentos e dez mil exemplares), começou a ser editada desde a vinda do Papa João Paulo II ao Brasil, em 1994 e passou a ser publicada anualmente. O subsídio apresenta reflexão sobre temas familiares para a Semana Nacional da Família. A publicação ainda traz sugestões de celebrações e reflexões sobre o Dia das Mães, Dia dos Pais, Dia do Catequista, Dia do Nascituro, entre outras.

Fazemos nossa oração pelos nossos queridos pais e pelas famílias do Brasil com o refrão: “Ilumina, ilumina nossos pais, nossos filhos e filhas. Ilumina, ilumina cada passo das nossas famílias. Amém”.

sábado, 11 de junho de 2011

A importância da alfabetização

Estudos comprovam que a mais de quarenta anos que não mais de 50 % das crianças brasileiras conseguem romper a barreira da 1a serie, ou seja, conseguem ler e escrever. Muito se tem escrito e pesquisado a respeito do problema, uma analise desses estudos revelara uma já vasta massa de dados não integrados e não conclusivos. São dados que resultam de diferentes perspectivas do processo de alfabetização a partir de diferentes áreas do conhecimento (psicologia, lingüística e pedagogia.).


Não há como fugir em se tratando de um processo complexo como alfabetização, de uma multiplicidade de perspectivas resultantes de uma pluralidade de enfoques, exigida pela natureza do fenômeno que envolve atores e seus contextos culturais, métodos, materiais e meios.

Do ponto de vista sócio-interacionista a alfabetização, enquanto processo individual, não se completa nunca, visto que a sociedade esta em continuo processo de mudança, e a atualização individual para acompanhar essas mudanças é constante. Por exemplo, produzir ou decodificar significativamente um texto narrativo simples de uma cartilha ou um manual didático, e um texto eu descreve o funcionamento de um computador, não constituem duas atividades iguais, do ponto de vista da alfabetização do mesmo individuo. Assim, talvez seja melhor não falar de alfabetização simplesmente, mas em graus, ou níveis, de alfabetização. O movimento do indivíduo dentro dessa escala de desempenho, apesar de inicialmente estar ligado à instrução escolar, parece seguir posteriormente um caminho que e determinado sobretudo palas praticas sociais nas quais ele se engajar, aos grupos no qual convive na própria escola e em todo o meio em que vive, tanto em sua casa como a própria comunidade ao seu redor.
 
OS NÍVEIS DA ALFABETIZAÇÃO


PRIMEIRO NÍVEL → PRÉ-SILÁBICO I

NESSE NÍVEL O ALUNO PENSA QUE SE ESCREVE COM DESENHOS. AS LETRAS NÃO QUEREM DIZER NADA PARA ELE. A PROFESSORA PEDE QUE ELE ESCREVA "BOLA", POR EXEMPLO, E ELE DESENHA UMA BOLA.

SEGUNDO NÍVEL → PRÉ-SILÁBICO II

O ALUNO JÁ SABE QUE NÃO SE ESCREVE COM DESENHOS. ELE JÁ USA LETRAS OU, SE NÃO CONHECE NENHUMA, USA ALGUM TIPO DE SINAL OU RABISCO QUE LEMBRE LETRAS.

NESSE NÍVEL O ALUNO AINDA NEM DESCONFIA QUE AS LETRAS POSSAM TER QUALQUER RELAÇÃO COM OS SONS DA FALA. ELE SÓ SABE QUE SE ESCREVE COM SÍMBOLOS, MAS NÃO RELACIONA ESSES SÍMBOLOS COM A LÍNGUA ORAL. ACHA QUE COISAS GRANDES DEVEM TER NOMES COM MUITAS LETRAS E COISAS PEQUENAS DEVEM TER NOMES COM POUCAS LETRAS. ACREDITA QUE PARA QUE UMA ESCRITA POSSA SER LIDA DEVE TER PELO MENOS TRÊS SÍMBOLOS. CASO CONTRÁRIO, PARA ELE, “NÃO É PALAVRA, É PURA LETRA”.

TERCEIRO NÍVEL → SILÁBICO

O ALUNO DESCOBRIU QUE AS LETRAS REPRESENTAM OS SONS DA FALA, MAS PENSA QUE CADA LETRA É UMA SÍLABA ORAL. SE ALGUÉM LHE PERGUNTA QUANTAS LETRAS É PRECISO PARA ESCREVER “CABEÇA”, POR EXEMPLO, ELE REPETE A PALAVRA PARA SI MESMO, DEVAGAR, CONTANDO AS SÍLABAS ORAIS E RESPONDE: TRÊS, UMA PARA “CA”, UMA PARA “BE” E UMA PARA “ÇA”

QUARTO NÍVEL → ALFABÉTICO

O ALUNO COMPREENDEU COMO SE ESCREVE USANDO AS LETRAS DO ALFABETO. DESCOBRIU QUE CADA LETRA REPRESENTA UM SOM DA FALA E QUE É PRECISO JUNTÁ-LAS DE UM JEITO QUE FORMEM SÍLABAS DE PALAVRAS DE NOSSA LÍNGUA.

TRABALHANDO COM LETRAS, PALAVRAS E TEXTOS
No trabalho em classes de alfabetização não existe uma ordem fixa em que as coisas têm de ser feitas. Os alunos não aprendem aos pedaços, um item depois do outro, do mais fácil para o mais difícil. Pelo contrário, eles aprendem fazendo muitas relações entre tudo o que faz parte do que chamamos de campo conceitual da alfabetização.

O que vem a ser isso? É um conjunto de situações que dão sentido aos atos de escrever e ler. Por isso eles aprendem escrevendo e lendo. Para que isso aconteça, o professor deve propor diariamente atividades que envolvam letras, palavras e textos. Não pode se enganar achando que se está trabalhando com textos já está naturalmente trabalhando com palavras e letras.
Durante o processo de alfabetização o professor deve criar situações didáticas que permitam aos seus alunos pensar sobre a escrita e deve estar atento às especificidades do trabalho com letras, com palavras e com textos. Seus objetivos para os três não são os mesmos e todos são igualmente importantes.
 
BOAS INICIATIVAS PARA ROMPER ESSES DADOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL:
1. Rodas de conversas;
2. Criar o dia da estória;
3. Oficinas de pinturas, recortes, montagem e criação;
4. Criação de personagens para contar estórias dentro da escola;
5. Criação da sala de leitura (criativa, chamativa e acolhedora);
6. Inserir todos da escola no processo de contagem de estória;
7. Mobilizar pais para participar dentro da escola desse processo de encantamento da estória;
8. Estabelecer regras, deveres através das estórias, músicas e danças;
9. Montar o projeto de leitura: O CONTADOR DE ESTÓRIAS.
 
 
ATIVIDADES DE ALFABETIZAÇÃO


Como contar histórias

As histórias na educação infantil são fundamentais na formação educacional da criança, em especial no início da escolaridade. Para o desenvolvimento de tal atividade deve ocorrer todo um planejamento, pois se trata de um momento mágico que a criança irá vivenciar e absorver algo que venha a identificar com ela naquele instante.
Por ser considerada uma atividade tão importante na educação infantil, sugerimos aos professores que lidam com crianças dessa fase algumas orientações que poderão beneficiar e conseqüentemente propiciar o desenvolvimento contínuo da criança no desenvolvimento da linguagem.
1. Contar histórias diariamente;
2. As histórias podem ser repetidas, dependendo do interesse dos alunos;
3. Alguns critérios devem ser seguidos como: livros com poucos textos, linguagens simples, maior número de ilustrações, sendo essas grandes e sugestivas e que satisfaçam o desejo dos alunos.
4. Baseando em informações passadas por pais em relação ao aluno, buscar histórias que venham ajudar a resolver um problema em questão. Por exemplo: Se uma criança recusa a comer verduras em casa, selecione um tema voltado para a importância dos alimentos, de forma que a criança se identifique e o professor ajude a família, visto que a escola também tem essa função.
5. Ao planejar o momento de contar histórias, determinados aspectos são fundamentais e devem ser analisados:
• Local: as histórias não devem ser contadas apenas dentro da sala de aula, pelo contrário, ambientes diferenciados tornam o momento mais agradável (pátio, quadra, jardim, sentado em degraus, quiosques, entre outros).
• Posição: Os alunos devem estar em uma posição confortável e a professora deve ficar em uma posição que permita a todos os alunos a visualização do livro e sua dramatização.
• Apresentação da história: é fundamental que a professora conheça o texto da história, pois o ideal é que conte a história com suas próprias palavras, utilizando uma linguagem simples e um tom moderado, de forma que todos os alunos possam escutar de forma agradável.
• Horário: não deve existir um horário estipulado para o momento da história, deve acontecer de acordo com a necessidade e até mesmo de forma surpreendente para o aluno. Conforme uma situação ocorrida no ambiente, o professor poderá utilizar certa história que encaixe naquele instante, de forma que venha contribuir na resolução e amadurecimento da criança.
• Motivação: cabe ao professor deixar como suspense a história a ser contada, de forma que venha despertar a curiosidade em seus alunos bem como a motivação do momento.

Ressalta-se que muitas vezes, apesar do professor ter feito todo um preparo para esse momento, acontece das crianças ficarem dispersas. Sendo assim, sugere-se que o professor busque a participação das crianças fazendo “questionamentos” de forma que elas possam interagir com a história que está sendo contada.



PROPOSTAS DE ATIVIDADES DIÁRIAS PARA SALAS DE ALFABETIZAÇÃO

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Reunião entre pais e mestres, como deve acontecer?

Mensagens para reunião
A dificuldade de agradar a todos
Muitas pessoas se comportam da forma que imaginam que agradará a todos.
Esta metáfora nos fala da impossibilidade de realizar este objetivo e sobre a necessidade de confiarmos em nosso julgamento interno.

♥♥♥

Em pleno calor do dia um pai andava pelas poeirentas ruas de Keshan junto com seu filho e um jumento. O pai estava sentado no animal, enquanto o filho o conduzia, puxando a montaria com uma corda.
- "Pobre criança!", exclamou um passante, "suas perninhas curtas precisam esforçar-se para não ficar para trás do jumento. Como pode aquele homem ficar ali sentado tão calmamente sobre a montaria, ao ver que o menino está virando um farrapo de tanto correr?
O pai tomou a sério esta observação, desmontou do jumento na esquina seguinte e colocou o rapaz sobre a sela. Porém não passou muito tempo até que outro passante erguesse a voz para dizer:
- Que desgraça! O pequeno fedelho lá vai sentado como um sultão, enquanto seu velho pai corre ao lado.
Esse comentário muito magoou o rapaz, e ele pediu ao pai que montasse também no burro, às suas costas.
- Já se viu coisa como essa?, resmungou uma mulher usando véu. Tamanha crueldade para com os animais! O lombo do pobre jumento está vergado, e aquele velho que para nada serve e seu filho abancaram-se como seu o animal fosse um divã. Pobre criatura!
Os dois alvos dessa amarga crítica entreolharam-se e, sem dizer palavra, desmontaram. Entretanto mal tinham andado alguns passos quando outro estranho fez troça deles ao dizer:
- Graças a Deus que eu não sou tão bobo assim! Por que vocês dois conduzem esse jumento se ele não lhes presta serviço algum, se ele nem mesmo serve de montaria para um de vocês?
O pai colocou um punhado de palha na boca do jumento e pôs a mão sobre o ombro do filho.
- "Independente do que fazemos, disse, sempre há alguém que discorda de nossa ação. Acho que nós mesmos precisamos determinar o que é correto".

Quando educas?

Não educa quando impõe suas convicções,
mas quando suscita convicções pessoais.
Não educa quando impõe condutas,
mas quando propõe valores que motivem.
Não educa quando impõe caminhos,
mas quando ensina a caminhar.
Não educa quando impõe dependências,
mas quando acorda a coragem de ser livre.
Não educa quando impõe suas idéias,
mas quando fomenta a capacidade de pensar por conta própria.
Não educa quando impõe o terror que isola,
mas quando libera o amor que acerca e comunica.
Não educa quando impõe sua autoridade,
mas quando cultiva a autonomia do outro.
Não educa quando impõe a uniformidade que doutrina,
mas quando respeita a originalidade que faz a diferença.
Não educa quando impõe a verdade,
mas quando ensina a procurá-la honestamente.
Não educa quando impõe uma punição,
mas quando ajuda a aceitar um castigo.
Não educa quando impõe disciplina,
mas quando forma pessoas responsáveis.
Não educa quando impõe autoritariamente o respeito,
mas quando o ganha com autoridades de pessoa respeitável.
Não educa quando impõe o medo que paralisa,
mas quando consegue a admiração que estimula.
Não educa quando impõe informação à memória,
mas quando mostra o sentido da vida.
Não educa quando impõe a Deus,
mas quando o faz presente na tua vida.





terça-feira, 7 de junho de 2011

ATIVIDADES PARA AS FESTAS JUNINAS


APROVEITEM!!!
FONTE: BLOG ESPAÇO EDUCAR E O MUNDO DA ALFABETIZAÇÃO

AS FESTAS JUNINAS

História das Festas Juninas e tradições
Origem da festa junina, história, tradições, festejos, comidas típicas, quermesses, dança da quadrilha, influência francesa, portuguesa, espanhola e chinesa, as festas no Nordeste, dia de Santo Antônio, São João e São Pedro, as simpatias de casamento e crendices populares, músicas típicas da época, os balões.

Origem das Festas Juninas
Existem duas explicações para o termo festas juninas. A primeira explica que surgiu em função das festividades ocorrerem durante o mês de junho. Outra versão diz que está festa tem origem em países católicos da Europa e, portanto, seriam em homenagem a São João. No princípio, a festa era chamada de Joanina.
De acordo com historiadores, esta festividade foi trazida para o Brasil pelos portugueses, ainda durante o período colonial (época em que o Brasil foi colonizado e governado por Portugal).
Nesta época, havia uma grande influência de elementos culturais portugueses, chineses, espanhóis e franceses. Da França veio a dança marcada, característica típica das danças nobres e que, no Brasil, influenciou muito as típicas quadrilhas. Já a tradição de soltar fogos de artifício veio da China, região de onde teria surgido a manipulação da pólvora para a fabricação de fogos. Da península Ibérica teria vindo a dança de fitas, muito comum em Portugal e na Espanha.
Todos estes elementos culturais foram, com o passar do tempo, misturando-se aos aspectos culturais dos brasileiros (indígenas, afro-brasileiros e imigrantes europeus) nas diversas regiões do país, tomando características particulares em cada uma delas.

Festas Juninas no Nordeste
Embora sejam comemoradas nos quatro cantos do Brasil, na região Nordeste as festas ganham uma grande expressão. O mês de junho é o momento de se fazer homenagens aos três santos católicos: São João, São Pedro e Santo Antônio. Como é uma região onde a seca é um problema grave, os nordestinos aproveitam as festividades para agradecer as chuvas raras na região, que servem para manter a agricultura.
Além de alegrar o povo da região, as festas representam um importante momento econômico, pois muitos turistas visitam cidades nordestinas para acompanhar os festejos. Hotéis, comércios e clubes aumentam os lucros e geram empregos nestas cidades. Embora a maioria dos visitantes seja de brasileiros, é cada vez mais comum encontrarmos turistas europeus, asiáticos e norte-americanos que chegam ao Brasil para acompanhar de perto estas festas.

Comidas típicas
Como o mês de junho é a época da colheita do milho, grande parte dos doces, bolos e salgados, relacionados às festividades, são feitos deste alimento. Pamonha, cural, milho cozido, canjica, cuzcuz, pipoca, bolo de milho são apenas alguns exemplos.
Além das receitas com milho, também fazem parte do cardápio desta época: arroz doce, bolo de amendoim, bolo de pinhão, bombocado, broa de fubá, cocada, pé-de-moleque, quentão, vinho quente, batata doce e muito mais.

Tradições
As tradições fazem parte das comemorações. O mês de junho é marcado pelas fogueiras, que servem como centro para a famosa dança de quadrilhas. Os balões também compõem este cenário, embora cada vez mais raros em função das leis que proíbem esta prática, em função dos riscos de incêndio que representam.
No Nordeste, ainda é muito comum a formação dos grupos festeiros. Estes grupos ficam andando e cantando pelas ruas das cidades. Vão passando pelas casas, onde os moradores deixam nas janelas e portas uma grande quantidade de comidas e bebidas para serem degustadas pelos festeiros.
Já na região Sudeste são tradicionais a realização de quermesses. Estas festas populares são realizadas por igrejas, colégios, sindicatos e empresas. Possuem barraquinhas com comidas típicas e jogos para animar os visitantes. A dança da quadrilha, geralmente ocorre durante toda a quermesse.
Como Santo Antônio é considerado o santo casamenteiro, são comuns as simpatias para mulheres solteiras que querem se casar. No dia 13 de junho, as igrejas católicas distribuem o “pãozinho de Santo Antônio”. Diz a tradição que o pão bento deve ser colocado junto aos outros mantimentos da casa, para que nunca ocorra a falta. As mulheres que querem se casar, diz a tradição, devem comer deste pão.

FONTE: BLOG SUA PESQUISA








terça-feira, 10 de maio de 2011

AQUISIÇÃO DE NOVOS RECURSOS E INSTRUMENTOS PARA A SALA DE RECURSOS MULTIFUNCIONAL DA ESCOLA MARIA GORETE

A Escola Municipal Maria Gorete foi contemplada com o Projeto de Acessibilidade, aproximadamente R$18.000,00.
Esse recurso vem proporcionando a entendidade muitas melhorias, sendo assim citamos:

* Construção dos banheiros: parceria com a Prefeitura Municipal de Upanema e o referido Projeto (objetivo de melhorar a aprendizagem das crianças com e sem deficiência);
* Forro da sala;
* Aquisição de ventiladores grandes para o conforto da criança;
* Materiais para construção de órteses(aranha-mole), recurso utilizado para crianças com problemas motores;
* Jogos em braille e libras;
* Cadeiras de rodas;
* Tapete alfanumérico;
* Dados;
* Mesa e cadeiras acessíveis;
* Bebedouros acessíveis;
* Estantes de madeira e etc.


NOVOS JOGOS



TAPETE ALFANUMÉRICO E MATERIAL DIDÁTICO








CADEIRA DE RODAS E BENGALAS


ALFABETO BRAILLE E ANDADORES




quarta-feira, 20 de abril de 2011

SEMANA SANTA - TEMPO FORTE DA IGREJA

A Semana Santa teve início neste domingo com a Celebração de Ramos, muito bem participada. A benção dos ramos se deu nas margens do Rio Upanema, no Terminal Turistíco de nossa cidade (passagem molhada que dá acesso a comunidade de Pereiros e adjacências). Este ano a campanha da Fraternidade retrata a questão do Meio Ambiente, assim com a benção dos ramos dêu-se enfase a preservação do Meio Ambiente, sendo este ato realizado as margens do nosso rio, como sinal de alerta para a sua preservação, dever de todos, por ser um sinal de vida.

A paróquia estuda, ainda neste semestre realizar um gesto concreto em prol da preservação do meio ambiente em nosso Município.

A Semana Santa segue a sua programação com caminhadas pela madrugada e visitas aos doentes pelo nosso pároco Pe. Francinaldo e missionários(as) até a quarta-feira.

Logo, logo postaremos a programação completa dos demais dias, ou seja, do tríduo pascal (quinta, sexta e sábado), encerrando-se no domingo da ressureição.
Fonte: Blog Igreja Católica de Upanema.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

DIA NACIONAL DE LUTA PARA EDUCAÇÃO INCLUSIVA -14 DE ABRIL


 No ano de 2004, o Sistema Conselhos de Psicologia instituiu o dia 14 de abril como o Dia Nacional de Luta pela Educação Inclusiva. O objetivo foi mobilizar os psicólogos para a política que vem sendo construída nos últimos anos em prol da inclusão de pessoas que, historicamente, são excluídas do processo educacional.
Em consonância com a Constituição Brasileira de 1988 - que, em seu artigo 206, diz que o ensino será ministrado com base nos princípios da “igualdade de condições para o acesso e permanência na escola” -, com a Lei nº 9.394 de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional, e com a Declaração de Salamanca sobre Princípios, Políticas e Práticas na Área das Necessidades Educativas Especiais (1994), o Governo Federal, através da Secretaria de Educação Especial (SEESP) do Ministério da Educação, iniciou, em 2003, o “Programa de Educação Inclusiva: Direito à Diversidade”. O programa tem como objetivo disseminar em todo o território nacional a política de inclusão, no sistema regular de ensino, dos alunos com deficiência.
A Educação Inclusiva é um processo em que se amplia a participação de todos os estudantes nos estabelecimentos de ensino regular. Trata-se de uma reestruturação da cultura, da prática e das políticas vivenciadas nas escolas de modo que estas respondam à diversidade de alunos. É uma abordagem humanística e democrática que percebe o sujeito e suas singularidades, tendo como objetivos o crescimento, a satisfação pessoal e a inserção social de todos.

A Educação Inclusiva atenta a diversidade inerente à espécie humana, busca perceber e atender as necessidades educativas especiais de todos os sujeitos-alunos, em salas de aulas comuns, em um sistema regular de ensino, de forma a promover a aprendizagem e o desenvolvimento pessoal de todos. Prática pedagógica coletiva, multifacetada, dinâmica e flexível requer mudanças significativas na estrutura e no funcionamento das escolas, na formação humana dos professores e nas relações família-escola. Com força transformadora, a educação inclusiva aponta para uma sociedade inclusiva.

De acordo com o Seminário Internacional do Consórcio da Deficiência e do Desenvolvimento (International Disability and Development Consortium - IDDC) sobre a educação inclusiva, realizado em março de 1998 em Agra, na Índia, um sistema educacional só pode ser considerado inclusivo quando abrange a definição ampla deste conceito, nos seguintes termos:

• Reconhece que todas as crianças podem aprender;
• Reconhece e respeita diferenças nas crianças: idade, sexo, etnia, língua, deficiência/inabilidade, classe social, estado de saúde (i.e. HIV, TB, hemofilia, Hidrocefalia ou qualquer outra condição);
• Permite que as estruturas, sistemas e metodologias de ensino atendam as necessidades de todas as crianças;
• Faz parte de uma estratégia mais abrangente de promover uma sociedade inclusiva;
• É um processo dinâmico que está em evolução constante;
• Não deve ser restrito ou limitado por salas de aula numerosas nem por falta de recursos materiais.

Perspectivas históricas da educação especial: a caminho da inclusão
Estas perspectivas históricas levam em conta a evolução do pensamento acerca das necessidades educativas especiais ao longo dos últimos cinqüenta anos, no entanto, elas não se desenvolvem simultaneamente em todos os países, e conseqüentemente retrata uma visão histórica global que não corresponde ao mesmo estágio evolutivo de cada sociedade. Estas perspectivas são descritas por Peter Clough.

1. O legado psico-médico: (predominou na década de 50) vê o indivíduo como tendo de algum modo um deficit e por sua vez defende a necessidade de uma educação especial para aqueles indivíduos.
2. A resposta sociológica: (predominou na década de 60) representa a crítica ao legado psico-médico, e defende uma construção social de necessidades educativas especiais.
3. Abordagens Curriculares: (predominou na década de 70) enfatiza o papel do currículo na solução - e, para alguns escritores, eficazmente criando - dificuldades de aprendizagem.
4. Estratégias de melhoria da escola: (predominou na década de 80) enfatiza a importância da organização sistêmica detalhada na busca de educar verdadeiramente.
5. Crítica aos estudos da deficiência: (predominou na década de 90)
frequentemente elaborada por agentes externos à educação, elabora uma resposta política aos efeitos do modelo exclusionista do legado psico-médico.
Programa Educação Inclusiva: Direito à Diversidade - (Brasil)
Programa iniciado em 2003, pelo Ministério da Educação - Secretaria de Educação Especial que conta atualmente com a adesão de 144 municípios-pólo que atuam como multiplicadores da formação para mais 4.646 municípios da área de abrangência.

O objetivo geral do programa é garantir o acesso de todas as crianças e adolescentes com necessidades educacionais especiais ao sistema educacional público, bem como disseminar a política de construção de sistemas educacionais inclusivos e apoiar o processo de implementação nos municípios brasileiros.

Objetivos específicos

• Subsidiar filosófica e tecnicamente o processo de transformação do sistema educacional brasileiro em um sistema inclusivo;
• Sensibilizar e envolver a sociedade em geral e a comunidade escolar em particular;
• Preparar gestores e educadores dos Municípios-pólo para dar continuidade à política de Educação Inclusiva;
• Preparar gestores e educadores para atuarem como multiplicadores nos Municípios de sua área de abrangência;
• Desenvolver projetos de formação de gestores e educadores para dar continuidade ao processo de implementação de sistemas educacionais inclusivos;
Barreiras ao ensino inclusivo
• Atitudes negativas em relação à deficiência
• Invisibilidade na comunidade das crianças com deficiência que não freqüentam a escola
• Custo
• Acesso físico
• Dimensão das turmas
• Pobreza
• Discriminação por gênero
• Dependência (alto nível de dependência de algumas crianças com deficiência dos que as cuidam)

Legislação que regulamenta a educação especial no Brasil

• Legislação Específica / Documentos Internacionais

LEIS
• Constituição Federal de 1988 - Educação Especial - pdf
• Lei nº 9394/96 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDBN
• Lei nº 9394/96 – LDBN - Educação Especial - txt pdf
• Lei nº 8069/90 - Estatuto da Criança e do Adolescente - Educação Especial - txt pd
• Lei nº 8069/90 - Estatuto da Criança e do Adolescente
• Lei nº 10.098/94 - Estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências;
• Lei nº 10.436/02 - Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras e dá outras providência
• Lei nº 7.853/89 - CORDE - Apoio às pessoas portadoras de deficiência - txt pdf
• Lei Nº 8.859/94 - Modifica dispositivos da Lei nº 6.494, de 7 de dezembro de 1977, estendendo aos alunos de ensino especial o direito à participação em atividades de estágio - pdf

DECRETOS
• Decreto Nº 186/08 - Aprova o texto da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e de seu Protocolo Facultativo, assinados em Nova Iorque, em 30 de março de 200
• Decreto Nº 6.094/07 - Dispõe sobre a implementação do Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação
• Decreto Nº 6.215/07 - institui o Comitê Gestor de Políticas de Inclusão das Pessoas com Deficiência – CGPD
• Decreto Nº 6.214/07 - Regulamenta o benefício de prestação continuada da assistência social devido à pessoa com deficiência
• Decreto Nº 6.571/08 - Dispõe sobre o atendimento educacional especializado
• Decreto nº 5.626/05 - Regulamenta a Lei 10.436 que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS
• Decreto nº 2.208/97 - Regulamenta Lei 9.394 que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional
• Decreto nº 3.298/99 - Regulamenta a Lei no 7.853, de 24 de outubro de 1989, dispõe sobre a Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência, consolida as normas de proteção, e dá outras providências
• Decreto nº 914/93 - Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência
• Decreto nº 2.264/97 - Regulamenta a Lei nº 9.424/96
• Decreto nº 3.076/99 - Cria o CONADE
• Decreto nº 3.691/00 - Regulamenta a Lei nº 8.899/96
• Decreto nº 3.952/01 - Conselho Nacional de Combate à Discriminação
• Decreto nº 5.296/04 - Regulamenta as Leis n° 10.048 e 10.098 com ênfase na Promoção de Acessibilidade
• Decreto nº 3.956/01 – (Convenção da Guatemala) Promulga a Convenção Interamericana para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Pessoas Portadoras de Deficiência.

PORTARIAS
• Portaria nº 976/06 - Critérios de acessibilidade os eventos do MEC - txt pdf
• Portaria nº 1.793/94 - Dispõe sobre a necessidade de complementar os currículos de formação de docentes e outros profissionais que interagem com portadores de necessidades especiais e dá outras providências - txt pdf
• Portaria nº 3.284/03 - Dispõe sobre requisitos de acessibilidade de pessoas portadoras de deficiências, para instruir os processos de autorização e de reconhecimento de cursos, e de credenciamento de instituições - txt pdf
• Portaria nº 319/99 - Institui no Ministério da Educação, vinculada à Secretaria de Educação Especial/SEESP a Comissão Brasileira do Braille, de caráter permanente - txt pdf
• Portaria nº 554/00 - Aprova o Regulamento Interno da Comissão Brasileira do Braille - txt pdf
• Portaria nº 8/01 - Estágios - txt pdf
RESOLUÇÕES
* Resolução CNE/CP nº 1/02 - Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores - txt pdf
• Resolução CNE/CEB nº 2/01 - Normal 0 21 Institui Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica - txt pdf
• Resolução CNE/CP nº 2/02 - Institui a duração e a carga horária de cursos - txt pdf
• Resolução nº 02/81 - Prazo de conclusão do curso de graduação - txt pdf
• Resolução nº 05/87 - Altera a redação do Art. 1º da Resolução nº 2/81 - txt pdf

AVISO
• Aviso Circular nº 277/96 - Dirigido aos Reitores das IES solicitando a execução adequada de uma política educacional dirigida aos portadores de necessidades especiais - txt pdf
DOCUMENTOS INTERNACIONAIS
• Convenção ONU Sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência 2007.
• Carta para o Terceiro Milênio- txt pdf
• Declaração de Salamanca- txt pdf
• Conferência Internacional do Trabalho- txt pdf
• Convenção da Guatemala- txt pdf
• Declaração dos Direitos das Pessoas Deficientes- txt pdf
• Declaração Internacional de Montreal sobre Inclusão- txt pdf
Fonte: Blog Inclusão Brasil

terça-feira, 12 de abril de 2011

I JORNADA PAROQUIAL DA JUVENTUDE

PAROQUIA DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO DE UPANEMA/ RN
Apresenta:

I JORNADA PAROQUIAL DA JUVENUDE

Convidamos todos os jovens de nossa Cidade para conosco participarem desse momento de expressão da nossa fé, também de expressarmos o nosso jeito diferente de ser igreja.

Dia: 16/04/2011 (Sábado) as 07h 00min da manhã sairemos em caminhada de frente da capela de Mãe Rainha no bairro Pêgas passando pelas ruas de nossa cidade até o Clube Municipal, onde lá teremos uma programação bem especial para você.Café partilhado, palestras, apresentações culturais, almoço, exposição e benção do santíssimo, animação e show com a Banda Deus conosco.

Venha, não deixe de participar. Contamos com você!